20 outubro 2017

Semeadores do caos

Sociedade dos dissensos
Eduardo Bomfim, no Vermelho


No final do século XX o velho diário londrino The Times publicou o comentário de que “há um grupo de homens mais ricos, poderosos e influentes do Ocidente que sempre se reúnem para planejar eventos que, depois, simplesmente acontecem”.
Essas reuniões, reservadas, podem ter nomes distintos mas agrupam a elite financeira mundial, em alguns casos com a participação de personalidades de áreas das ciências, exatas ou humanas, além de magnatas da mídia global.
Esses eventos e alguns menos importantes, mais abertos, badalados através da grande mídia internacional, representam o grande poder do capital financeiro.
Eles não são eleitos por ninguém em canto algum do mundo, mas definem a agenda financeira, política e social do planeta, à exceção de um reduzido número de Países que adquiriram condições para ditar suas próprias estratégias geopolíticas e neutralizar, em parte, as ações da seleta elite global financeira.
Indivíduos, como o mega especulador George Soros com suas ONGs, a exemplo da Open Society, difundem com o auxílio da grande mídia global as narrativas econômicas, financeiras, geopolíticas e sociais que parecem surgir nas sociedades ocidentais como “fenômenos naturais, espontâneos”.
Mas nada existe nas sociedades ao acaso, como se fosse uma equivalência à falsa teoria de Lamarck sobre a geração espontânea de certos animais. Tudo é fruto de interesses de grupos, de contradições, antagônicas ou não, nos segmentos sociais ou entre nações.
A hegemonia do capital rentista passou a exercer o domínio das políticas globais, numa escala jamais vista, em quase todas as esferas, procurando ditar as agendas que melhor lhe proveem, utilizando-se sempre do velho jargão imperial “divide et impera”.
O País é alvo destacado, pelas dimensões continentais, riquezas naturais, econômicas e população, de tal estratégia, como nas “Primaveras Árabes”, via fragmentação, “tribalização” dos estratos sociais mais aptos à ação consciente, enquanto o Brasil real das grandes maiorias dos 210 milhões de indivíduos fica à margem dos destinos da nação. É a sociedade dos dissensos.
O único antídoto a essa agenda maligna é a defesa da nação, do seu patrimônio físico, da sua identidade cultural, através de uma ampla política de união nacional, pela soberania e o desenvolvimento do Brasil.

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Discriminação

Racismo é causa de 1 em cada 4 casos de intolerância em São Paulo.  Um retrato do Brasil - que precisa mudar. Com muita luta.

Lamaçal

“Verbas, cargos, emendas parlamentares e outros agrados”, assim sintetiza ‘O Globo’ a agenda de Temer para se livrar da denúncia da PGR. Aí de ti, República!

Relações perigosas

Policia Federal revela que Aécio ligou para Gilmar no dia em que o ministro tomou decisão favorável ao tucano. [Essa intimidade parece notícia velha. E é.]

Sujo

Estadão lamenta em editorial que tudo o que emana do governo Temer “é desde logo tratado como retrocesso, como cassação de direitos ou, simplesmente, como crime.” Mas é verdade, ora!

19 outubro 2017

Emprego

Foram criadas 34,4 mil vagas de empregos formais em setembro em todo o país. Menos mal - mas ainda é muito pouco.

Operação

Temer promove mais uma rodada de oferta de cargos ao ‘centrão’ antes da decisão sobre denúncia da PGR. E segue na lama.

Em defesa da democracia

As prerrogativas do Legislativo são garantia democrática
A Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) divulga nota nesta quarta-feira (18) ressaltando que as prerrogativas do Legislativo são garantia democrática. Segue abaixo a íntegra:

Há algum tempo percebe-se uma tendência do Supremo Tribunal Federal (STF) de intervir em prerrogativas do Congresso Nacional. O Senador Delcídio do Amaral foi preso sem que tenha havido “flagrante delito de crime inafiançável” e, mais recentemente, uma turma do STF deliberou pela suspensão de mandato do Senador Aécio Neves e por sua prisão cautelar durante as noites.

Sem entrar no mérito da conduta de ambos os senadores, que merecem o rigor da lei, aceitar as decisões do STF seria romper abruptamente com a norma constitucional segundo a qual “são poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”.

No que diz respeito à posição da Primeira Turma do STF, relativa ao senador Aécio Neves, consideramos acertada a decisão do pleno do supremo que a reviu e considerou que a última palavra no assunto cabe à Casa legislativa a que pertença o parlamentar.

É inquietante a recorrente investida do STF contra a independência e autonomia do Poder Legislativo. Nenhum Poder pode intervir em outro e nenhum pode aceitar a condição de Poder sob intervenção. Todos os precedentes históricos que começaram assim, terminaram com o rechaço da democracia.  Os ditames constitucionais devem ser respeitados rigorosamente, sem “interpretações” que distorçam o espírito e a letra com que foram elaborados.

Ao defender com veemência a independência e autonomia do Poder Legislativo frente a essas estranhas incursões do STF, de forma alguma estamos querendo diminuir a gravidade dos fatos, absolutamente inaceitáveis, em que foi pilhado o Senador Aécio Neves, conforme gravações televisivas mostraram.

O senador Aécio Neves, ao se recusar a aceitar os resultados eleitorais de 2014, desencadeou o processo golpista que depôs Dilma Rousseff e foi um de seus líderes. Sobre sua cabeça pesa o agravamento da situação brasileira, o golpe ao Estado democrático de direito, o desmonte nacional e a derrocada dos direitos do povo brasileiro. Agora, esse senador é alvo de graves acusações de corrupção e obstrução de Justiça.

E aí é bom que se diga: o Senado tem prerrogativas que devem ser respeitadas pelos outros Poderes, mas ele próprio deve honrá-las, não permitindo que elas justifiquem a impunidade de um senador que cometeu atos repulsivos.

O PCdoB defende o Estado democrático de direito.

Repele com força a ofensiva retrógrada que pretende criminalizar a política, pretextando “limpar o país dos corruptos”. Vê nisso uma ameaça fascistizante.

Mas com igual força não concorda que um Poder seja conivente com a aberta corrupção de um de seus membros.

O povo, mais cedo ou mais tarde, cobrará a responsabilidade dos membros dos Poderes da República.

COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL do PCdoB
São Paulo, 16 de outubro de 2017

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18 outubro 2017

Será?

Na volta ao Senado, Aécio diz não sentir 'ódio ou rancor'. [Será que sente culpa?]

Intimidade

Entrevista na Globo News, juiz Sérgio Moro considera o senador Aécio Neves “muito espirituoso”. Curioso, né?

Protesto oportuno

Clara Averbuck 
Após denuncia de estupro, hashtag #MeuMotoristaAssediador ganha as redes
 Victória Damasceno, CartaCapital
Escritora Clara Averbuck relatou nas suas redes sociais um estupro que sofreu durante uma viagem do aplicativo Uber

Por meio de uma denúncia pública de assédio sexual em uma viagem da empresa Uber, a hashtag #MeuMotoristaAssediador chegou às redes.
A escritora e militante feminista Clara Averbuck foi vítima de um estupro na noite de domingo 27, em São Paulo, quando voltava para casa por meio do aplicativo que conecta motoristas com passageiros.
“Virei estatística”, escreveu. “O nojento do motorista do uber aproveitou meu estado, minha saia, minha calcinha pequena e enfiou um dedo imundo em mim, ainda pagando de que estava ajudando ‘a bêbada’”.
Averbuck conta que ainda não decidiu se fará a denúncia formal por não querer se submeter a violência que é ir na Delegacia da Mulher. “Não quero impunidade de criminoso sexual mas também não quero me submeter à violência de estado. Justamente por ter levado tantas mulheres na delegacia é que eu sei o que me espera. Estou ponderando”.
A partir do relato a escritora lançou a hashtag #MeuMotoristaAssediador, que visa tornar público casos de assédios ocorridos em aplicativos semelhantes.
A reportagem entrou em contato com a central de atendimento da empresa e foi informada que o único canal para denúncias é por meio do site, e que não existe nenhum número de contato que preste socorro à usuária vítima de assédio. Segundo a empresa, o motorista foi banido e ela está prestando apoio à vítima.

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Agonia

Michel Temer deve vencer na Comissão de Constituição e Justiça, porém continuará execrado por mais de 90% dos brasileiros.

17 outubro 2017

Convergência necessária

Muitos caminhos podem dar na frente ampla
Luciano Siqueira, no Vermelho e no Blog do Renato

Tempo tenebroso o que vivemos. Forças poderosas sustentam o governo frágil e desmoralizado, em favor de um programa de desmonte do Estado nacional e regressivo de conquistas e direitos.

É o novo pacto neoliberal imposto à nação através do golpe institucional que derrubou a presidenta Dilma, constitucionalmente eleita por sufrágio universal.

Interditá-lo é crucial para o presente e o futuro mediato do país. O que não se consegue sem uma ampla e plural conjugação de forças, que faça convergir para um leito comum variada gama de insatisfações e interesses.

Tarefa hercúlea, que se depara com múltiplos obstáculos, sobretudo no plano subjetivo: além de naturais receios e desconfianças mútuos, incompreensões recorrentes no arco de forças situado mais à esquerda.

Tem certa audiência a falsa avaliação de que a frustração do ciclo mudancista verificado nos governos Lula e Dilma se deu em razão da amplitude das alianças, então concertadas para a governabilidade.

Inclusive segmentos do PT, carentes de autocrítica em relação ao próprio exclusivismo, põem a “culpa” na amplitude das alianças e não nos equívocos cometidos em sua condução.

Por extensão, chegam ao disparate de “explicar“ a nossa tradição histórica de rupturas inconclusas pela amplitude das alianças.

Se limitadas as alianças ao campo popular, teríamos avançado muito mais do que conquistamos em episódios marcantes da evolução civilizatória brasileira — dizem —, como na proclamação da Independência, no advento da República, na Abolição da escravatura e assim por diante.

Nada mais falso.

Justamente quando ocorreram coalizões amplas e heterogêneas é que a vitória foi possível — sendo o limite relativo das conquistas resultante, duplamente, da imaturidade momentânea das forças progressistas e da peculiar capacidade de manobra das elites brasileiras.

E é certo afirmar que acumulamos expressiva tradição de frentes amplas no Brasil. Desde a Insurreição Pernambucana de 1645-1649, que culminou com a expulsão dos holandeses, e em outros tantos pelo Brasil afora.

Neste movimento, que findou com a vitória nas batalhas do Monte Guararapes, o desenho frentista é emblemático na figura do seus três principais líderes — o comerciante João Fernandes Vieira, o militar e dono de engenho André Vidal de Negreiros e o índio Felipe Camarão.

Querer delimitar agora a estreito arco de forças sociais e políticas a resistência ao governo golpista de Temer e a busca de superação da crise mostra-se, assim, erro crasso.

Cabe sim, sem fórmula predeterminada nem roteiro rígido, explorar variados caminhos que podem dar num novo pacto social e político, apto a livrar o país da crise e da ameaça neocolonialista, restaurar a democracia e inaugurar um novo ciclo transformador.

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Opção

'Posto que chama, que seja eterno enquanto dure', canta o poeta sobre o amor. A luta pela liberdade e pelo socialismo é sempre.

Poesia sempre

Tereza Costa Rego
Flor de açucena
Thiago de Mello

Quando acariciei o teu dorso, 
campo de trigo dourado, 
minha mão ficou pequena 
como uma flor de açucena 
que delicada desmaia 
sob o peso do orvalho. 
Mas meu coração cresceu 
e cantou como um menino 
deslumbrado pelo brilho 
estrelado dos teus olhos. 
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Uma crônica para descontrair

Farofeiros nas nuvens
Luciano Siqueira, no Blog da Folha e no Vermelho

Tempo bicudo o que vivemos. Para onde você olha, mais dificuldades aparecem. Nisso há uma absurda convergência nacional.

As empresas de aviação estão completamente sintonizadas com a situação. Além de tratarem o usuário com perversa indiferença, como se pudessem tudo e em troca de tarifas pesadas não devessem oferecer nada mais do que o transporte de um destino a outro, acumulam novidades negativas - contra nós indefesos passageiros.

Além de novos limites de tamanho e peso da bagagem - um artifício para a cobrança de uma taxa a mais –, a antipática substituição do antigo serviço de bordo por um saquinho-de-qualquer-coisa, acompanhado de um mísero copo d'água.

- Doce ou salgado, senhor? Aceita água - com ou sem gelo?

A aeromoça nos aborda como quem faz um imenso favor ou generosa cortesia.

Mas vem o comissário de bordo empurrando o carrinho e nos oferece o cardápio sem graça nem gosto, a preços nada agradáveis. 

Pois bem. Num voo da Gol do Rio de Janeiro ao Recife, nossa delegação - Luci, eu, filha, genro e três netos -, ocorreu a todos que a privação de comes e bebes despertaria, se não fome propriamente dita, talvez o desejo irrefreável de mastigar algo.

E ninguém estava a fim de adquirir nada do insosso e inflacionado menu.

Mal nos sentamos, apertamos o cinto e nos preparamos para a decolagem, bolsas se abriram deixando visíveis pacotinhos de biscoito, chocolates e que tais.

Não deu pra trazer o hambúrguer de Miguel, o cuscuz de Pedro e o arroz branco de Alice. Mas a ração de guloseimas era bem razoável.

- Somos farofeiros nas nuvens!, proclamei de imediato.

E assim percorremos as duas horas e quarenta e cinco minutos que nos levaram do Rio ao Recife nos "achando o máximo", com olhares de superioridade dirigidos aos ocupantes dos assentos mais próximos, eles pobres coitados condenados a sobrevirem a mini bolachinhas e água. 

(Meu genro Alexandre, sempre atento a tudo, jura que surpreendeu, uma fila adiante, uma jovem senhora, muito bem posta, saboreando imensa banana prata).

Karl Marx concebeu a História evoluindo em espiral: a cada época, a Humanidade como que retorna ao ponto de partida para recomeçar novo ciclo, agora em patamar superior. Em matéria de viagem aérea, talvez estejamos vivendo um péssimo tempo de escassez e maus tratos como prolegômeno ao início de novo ciclo, tão farto quanto no áureo tempo da Varig, dos aperitivos e das refeições completas.

Não percamos a esperança. 

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Bumerangue

Em carta a parlamentares para se defender, Temer fala em 'conspiração' para derrubá-lo. [“Quem com ferro fere, com ferro será ferido”].

16 outubro 2017

Proteção

Temer cria regras que dificultam acesso à lista suja do trabalho escravo, a pedido da “bancada ruralista”. Para proteger proprietários rurais flagrados na prática criminosa.

Intimidade

Em carta aos deputados, Temer usa argumentos de Eduardo Cunha para atacar o ex-aliado Funaro. Eles se conhecem muito bem.

Rumo a 2018

Preliminares de um jogo complexo
Luciano Siqueira, no Blog de Jamildo 

Nos dois planos — nacional e local — ganham corpo lances e manobras das forças políticas em presença, tendo em vista as eleições gerais de 2018.

Com uma particularidade: desta vez, mais do que o comum, o cenário futuro é marcado pela imprevisibilidade. Tanto pela multifacetada e intricada crise em que o país se vê mergulhado, como pelos movimentos erráteis e algo contraditórios dos atores locais. 

Com a consumação da última mini reforma política, pelo menos as regras do jogo estão postas. 
Mas o desenho das alianças, mais do que se possa supor, ainda demora a se fazer, pois há uma espécie de transição para a realidade eleitoral pós-impeachment, com todas as suas implicações, em que se sobressai a pergunta: qual será o ambiente social no qual o eleitor fará suas escolhas? 

Ou seja: terá perdurado o clima de descrença na política e nos políticos, a desesperança e a apatia? Ou a população terá enfim despertado para a necessidade de reagir usando mais criteriosamente a arma de que dispõe, o voto?

Numa ou noutra alternativa, mais do que artifícios midiáticos e a pirotecnia demagógica será necessário apresentar propostas consistentes e compreensíveis — o que exige um mínimo de compromisso dos candidatos, majoritários sobretudo.

Em Pernambuco, ainda que persista um quadro de alianças algo "misturado", resíduo do projeto presidencial de Eduardo Campos, um passo adiante possivelmente será dado movimento meio que de placas tectônicas (ainda lento) de reaproximação de forças à direita e à esquerda. 

A dispersão ainda é a tônica, mas a tendência é que se afirmem dois polos aglutinadores — um no governo, ainda liderado pelo PSB, outro na oposição, sem que se possa afirmar ainda sob a liderança de quem. Uma terceira via, como sempre é mais uma vez, certamente não será viável.

Alguns agem com truculência e precipitação; outros talvez exagerem na cautela; e todos ainda equidistantes do debate a ser feito, sobre os destinos do estado e do país.  

Mesmo os pré-candidatos à presidência da República ainda se voltam quase que exclusivamente para a narrativa do passado recente e da denúncia (ou do apoio velado) ao Estado de exceção inspirado nos exageros do Judiciário. 

No campo oposicionista em plano nacional, nem Lula, do PT, nem Ciro, do PDT, arriscam um ingresso no debate de soluções para a crise. Obviamente representando uma força organicamente menos volumosa, mas ideológica e politicamente expressiva, o PCdoB poderá decidir em seu 14° Congresso, em novembro, lançar pré-candidatura própria à presidência da República cuja motivação imediata será contribuir para o debate sobre os rumos do país.

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Poesia sempre

ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU
Carlos Drummond de Andrade

Além da Terra, além do Céu,
no trampolim do sem-fim das estrelas,
no rastro dos astros,
na magnólia das nebulosas.
Além, muito além do sistema solar,
até onde alcançam o pensamento e o coração,
vamos!
vamos conjugar
o verbo fundamental essencial,
o verbo transcendente, acima das gramáticas
e do medo e da moeda e da política,
o verbo sempreamar,
o verbo pluriamar,
razão de ser e de viver.
(Ilustração: Wellington Virgolino)

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Grana pesada

Cunha recebeu R$ 1 mi para 'comprar' votos contra Dilma, delata Funaro. Só isso? Certamente rolou grana muito mais pesada, ora!

Fissura

Bate-boca entre o presidente da Câmara e o advogado de Michel Temer reflete conflitos acirrados nas hostes governistas. A semana promete.

Negligência

Sem verba, fiscalização do trabalho escravo despenca no Governo Temer. Em benefício de quem? goo.gl/RHD9UR

15 outubro 2017

Vida

As emoções dão cor à vida. As amizades renovam as emoções.

Engodo

Alckmin busca resgatar discurso ‘social’ tucano. Como diria minha neta de 4 anos, “não adianta disfarçar”.

13 outubro 2017

Má saúde

Brasil terá 11,3 milhões de crianças obesas em 2025. A sociedade de consumo faz seus estragos.

Anomalia

Em editorial, Estadão reconhece que o STF “converteu-se definitivamente em fator de grande insegurança jurídica”. Demorou, hein?